Vídeo descreve trecho de carta de José Herculano Pires preocupado com a ascensão de Divaldo Franco, cuja oratória o jornalista definiu como "negativa" e, o que é mais grave, a aparente caridade foi considerada "condenável". Texto foi escrito nos anos 1970, mas as denúncias soam atuais.
Há um grande problema nas mensagens supostamente espirituais difundidas no Brasil. Elas não refletem aspectos pessoais dos autores mortos alegados, a não ser semelhanças óbvias ou, se não for o caso, colhidas em fontes ou testemunhos mais diferenciados, como um jornal mais raro ou um ex-professor de um morto, que conhece algo que os pais dele desconhecem. No caso de estrangeiros, as mensagens saem em português, não em outros idiomas, como latim, alemão ou português. E o suposto médium pode levar credibilidade pela "carteirada religiosa" e pelo suposto projeto assistencial que desenvolve numa comunidade, através de uma instituição. A questão mais delicada, porém, reside no caso dos familiares dos mortos. Até que ponto eles podem ou não acreditar em supostas mensagens atribuídas aos entes que faleceram? Recentemente, houve o caso de Ryan Brito, filho da atriz e ex-modelo Márcia Brito (na foto, como a Flora Própolis da Escolinha do Professor Raimundo) e seu ex-mar...
Comentários
Postar um comentário