Vídeo esclarecedor mostra que os "médiuns" do "espiritismo" brasileiro se distanciaram da função original que havia nos tempos de Allan Kardec.
Há um grande problema nas mensagens supostamente espirituais difundidas no Brasil. Elas não refletem aspectos pessoais dos autores mortos alegados, a não ser semelhanças óbvias ou, se não for o caso, colhidas em fontes ou testemunhos mais diferenciados, como um jornal mais raro ou um ex-professor de um morto, que conhece algo que os pais dele desconhecem. No caso de estrangeiros, as mensagens saem em português, não em outros idiomas, como latim, alemão ou português. E o suposto médium pode levar credibilidade pela "carteirada religiosa" e pelo suposto projeto assistencial que desenvolve numa comunidade, através de uma instituição. A questão mais delicada, porém, reside no caso dos familiares dos mortos. Até que ponto eles podem ou não acreditar em supostas mensagens atribuídas aos entes que faleceram? Recentemente, houve o caso de Ryan Brito, filho da atriz e ex-modelo Márcia Brito (na foto, como a Flora Própolis da Escolinha do Professor Raimundo) e seu ex-mar...
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