Exemplos de como um "espírita" diz e desmente o tempo todo

(Por Demétrio Correia)

Exemplos de como um "espírita" costuma dizer algo com firmeza e depois sai desmentindo o que havia dito na véspera.

MORALISMO

O "espírita" costuma ser taxativo, num primeiro momento, quando o assunto é sofrimento.

Ele vai logo dizendo para o sofredor "aceitar as desgraças" com resignação, e faz até apelos como "amar o sofrimento" ou "combater o seu pior inimigo que é você mesmo".

Diante da má repercussão de tais frases, que em certos casos podem incitar o suicídio - prática tão condenada pelo "espiritismo" brasileiro - os mesmos ideólogos recuam e dizem:

- Não, ninguém nasceu para sofrer. Todos nascemos para sermos felizes. Ninguém deve se auto-odiar, mas cultivar o amor próprio e fortalecer a autoestima.

CARIDADE

O "médium" que banca o dublê de ativista social costuma dizer sobre seu "projeto de caridade":

- Temos finalidade de transformar a sociedade e temos certeza que estamos construindo um mundo melhor. Com nossos donativos e nossas sopas, entre outros projetos, temos certeza que vamos oferecer qualidade de vida a milhares de pessoas.

Quando os resultados não alcançam o objetivo, em tese, desejado (não nos esqueçamos que os "espíritas" praticam Assistencialismo, ou caridade paliativa), eles então argumentam:

- Não foi possível realizar a caridade, com tamanhas dificuldades que encontramos no caminho.

Que dificuldades são essas a gente quer saber, já que os "médiuns" têm muito dinheiro para fazer turnês para espalhar a deturpação do Espiritismo no Brasil e no mundo...

FUTURO DA HUMANIDADE

Desobedecendo os ensinamentos de Kardec, que nunca acreditou em transformações rápidas da humanidade nem em datas pré-definidas para isso, os "médiuns" metidos a profetas - são os "falsos profetas" que Jesus de Nazaré falou em seu tempo - adoram um palpite.

Dizem que a humanidade entrará em "regeneração" em ano tal, supondo até mesmo os meses de ocorrência. Alguns, mais atrevidos, até misturam Astrologia com Astronomia para reforçarem suas teses "otimistas".

Eles não sabem dizer se o período será de progresso humano ou de sérios conflitos ainda resistentes, o que dá um caráter de estranheza para tais "previsões".

Por outro lado, assim que chega a data referida e nada acontece como se "previu", os "médiuns" recuam e ficam argumentando algo assim:

- Não foi possível haver o progresso, porque os espíritos inferiores não deixaram e haverá nova reunião dos espíritos superiores para verificar uma nova data para o progresso humanitário.

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