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Reduto de delinquência digital, redes sociais endeusam Chico Xavier

(Por Demétrio Correia)

As redes sociais endeusam muito os deturpadores do Espiritismo.

O Facebook é povoado de memes piegas de Francisco Cândido Xavier.

No YouTube, vídeos apologistas ao mesmo Chico Xavier, não raro com bobagens sensacionalistas ou fabulosas.

Existe até documentário do documentário do livro do documentário do livro sobre a reportagem a respeito da suposta profecia da "Data-Limite".

É sério.

Na  carona, o pseudossábio Divaldo Franco achando que sabe tudo e com a sua verborragia, como um Rolando Lero da escola do professor Kardec.

Com figurões como esses, era para as redes sociais serem, pelo menos na quase totalidade, redutos de paz e fraternidade, não é mesmo?

Pois são o contrário.

São redutos de truculência e delinquência digital.

Hackers e cyberbullies atuam com muita tranquilidade e sem medo de criar desordem.

Ah, é aquela coisa dos "irmãozinhos" que impedem o triunfo da paz?

Não. Afinal, Chico e Divaldo são deturpadores do Espiritismo, o que se comprova com a comparação dos seus livros com a obra original de Allan Kardec.

Não é coisa que se constata com rancor, mas com o mesmo espírito de pesquisa recomendado pelo próprio professor francês.

Chico foi um dos pioneiros dos fakes, pois suas obras "espirituais" apontam falhas em relação aos aspectos pessoais dos supostos autores mortos.

Diante disso, faz sentido internautas que atuam com fakes se identificarem com Chico Xavier e Divaldo Franco.

Criam mentiras para depreciar ou salvar quem lhes interessa.

E se  um periódico como o "Correio Espírita" define como "regeneração" as passeatas dos "coxinhas" da direita dente-de-leite, então tem tudo a ver.

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